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    OS QUATRO E MEIA

    CONHECER

  • INÍCIO 2013

    Decorria a Primavera do ano de 2013 quando, por desafio de amigos comuns, se juntaram cinco rapazes com especial gosto pela música. O pretexto inicial foi o de executar uma pequena prestação musical num Sarau de Gala, que veio a decorrer no dia 25 de Maio de 2013, no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, organizado pela Academia de Dança do Centro Norton de Matos. Foi nessa noite, para uma plateia com cerca de 500 pessoas, que “Os Quatro e Meia” se mostraram, pela primeira vez, ao público da cidade que se tornara denominador comum nas suas vidas, que acarinhou e aplaudiu fervorosamente as 7 primeiras peças do grupo.

    O nome “Os Quatro e Meia” foi motivado por uma óbvia diferença de estaturas entre os cinco elementos que compunham a sua formação original e assim se manteve após a adição de mais um músico, uma vez que o baixinho “Meia” já não estava em idade de crescer.

    Ao som de guitarra, contrabaixo, violino, acordeão, bandolim e percussão, o grupo tem procurado, desde então, agregar o mais variado manancial de música portuguesa de qualidade, desde o estilo ”Pop-Rock” até ao “Fado”, numa tentativa de conferir novas sonoridades e olhares sobre algumas das mais belas canções criadas no nosso país.

    A 6 de Dezembro de 2013, no Café Teatro do Teatro Académico de Gil Vicente, o grupo apresentou o seu primeiro tema original, intitulado “P’rá Frente É Que É Lisboa”.

  • 2014 - 2015

    Em Maio de 2014, a convite da Comissão Organizadora da Queima das Fitas de Coimbra, os Quatro e Meia viriam a apresentar-se ao público por duas ocasiões, em atividades históricas da mais emblemática festa estudantil do país, respectivamente na Récita das Faculdades, nos jardins da Associação Académica de Coimbra, e no Baile de Gala das Faculdades, no convento de Santa Clara-a-Nova.

    Em Julho do mesmo ano, por ocasião das Festas da Cidade de Coimbra, o popular grupo musical “Os Azeitonas” foi protagonista do mais concorrido concerto das festividades. A seu convite, Os Quatro e Meia subiram a palco para que juntos interpretassem o tema “Ela Foi Para a Guerra”. Esta música que Os Quatro e Meia apresentam desde o primeiro dia é da autoria de Os Azeitonas que, assim, promoveram uma parceria conjunta perante milhares de pessoas na Praça do Comércio, em Coimbra.

    A 12 de Setembro de 2014, o grupo viria a participar na 4ª Edição da Semana da Música, promovida pela Academia de Música de Coimbra e no dia de todos os Santos, estrearam-se em Trás-os-Montes, mais concretamente em Chaves, na secular Feira dos Santos. Em Dezembro, seria a vez de o Alentejo receber pela primeira vez o grupo, em Alcáçovas. Em 2015, mais parcerias se criaram e mais portas se abriram. A 28 de Fevereiro, no Conservatório de Música de Coimbra, os Quatro e Meia associaram-se ao espetáculo solidário promovido pelo Grupo de Estudos de Doenças Raras. A sete de Março, o Centro de Congressos do Estoril recebeu o primeiro concerto d’Os Quatro e Meia no distrito de Lisboa, poucos dias antes de o grupo participar nas comemorações dos 725 anos da Universidade Coimbra, ao lado de “Anaquim” e “Birds Are Indie”. A 13 de Junho, foi a vez de Alvaiázere acolher a música da banda que se apresentou no mesmo palco que “João Só”, no Festival do Chícharo.

    Foi, também, em Junho, que Os Quatro e Meia lançaram na Web o tema “Já Estou de Regresso, Amor”, que rapidamente atingiu mais de 35.000 visualizações na popular plataforma YOUTUBE. O ano de 2015 vem sendo marcado pela tentativa de inovar, encontrando-se o grupo a gravar os seus originais em estúdio, projeto que se pretende minucioso e se prende com a intenção futura de registo de um álbum maioritariamente pautado pela presença de temas de autoria própria.

  • ATUALIDADE

    Até à data, Os Quatro e Meia® estrearam as suas músicas originais “P’ra Frente é Que é Lisboa", "Um Sim Para Regressar", “Já Estou de Regresso, Amor” e “Baile de São Simão”, encontrando-se em fase adiantada de preparação mais músicas originais que se esperam tornar-se públicas a breve trecho.

    Desde a sua formação, o grupo tem tido oportunidade de mostrar o seu trabalho por Portugal e marcando presença assídua nos palcos mais prestigiados da sua cidade, como o Teatro Académico Gil Vicente, o Conservatório de Música de Coimbra ou o Teatro da Cerca, entre outros. Apesar do visual sóbrio, é num registo de descontração e bom humor mas, simultaneamente, de compromisso com a qualidade da música portuguesa que “Os Quatro e Meia” se apresentam ao público.

    Os Quatro E Meia procuram utilizar a sua forma descontraída de sentir a música para compartilhar com o público bons momentos de animação, ora ao som de clássicos de “Amália Rodrigues”, “Rui Veloso” ou “Luís Represas”, ora ao ritmo dos inovadores “António Zambujo”, “Os Azeitonas” ou “Deolinda”, lado a lado com os seus próprios temas.

  • RÁDIOS

    Algumas Rádios associaram-se a'Os Quatro E Meia. | Single: "JÁ ESTOU DE REGRESSO, AMOR"
    Se deseja passar as nossas músicas na sua Rádio, entre em contacto connosco.

    Segue a lista:


    - Rádio Alfa, Paris
    - Rádio Alto Ave, Vieira do Minho
    - Rádio Antena Livre, Abrantes
    - Rádio Benedita FM, Benedita
    - Rádio Caminha, Viana
    - Rádio Centro FM, Carregal do Sal
    - Rádio Clube da Lourinhã
    - Rádio Condestável, Cernache do Bonjardim
    - Rádio Horizonte, Açores
    - Rádio Pax, Beja
    - Rádio Portalegre
    - Rádio Província, Anadia
    - Rádio RCP FM
    - Rádio RDS, Seixal
    - Rádio Solar, Albufeiraa
    - Rádio TLA, Aljustrel
    - Rádio Universidade de Coimbra
 

ELEMENTOS DO GRUPO

Ricardo

Voz e Guitarra
"Ricardo: o contrapeso do Rui."

Qualquer foto do Rui ganha piada se o Ricardo estiver imediatamente ao lado. Revela-se uma mais-valia como rockeiro-mor, mas não vacila na hora de interpretar baladas românticas.

"Rock e música tradicional podem fundir-se: basta não entender as diferenças entre ambas."

Tiago

Voz e Guitarra
"É bem mais afinado do que a Bimby. "

Uma das suas maiores tristezas é que não sabe tocar reco-reco, por ser demasiado simples. Não sabe compor uma balada sertaneja e não sabe cantar um tom abaixo. Tirando isso, faz tudo. Podia ser o gentleman que leva isto a sério. Mas isso seria demasiado sério para a sua criatividade.

"Desde que a afinação seja igual à da guitarra, é fácil tocar vários instrumentos."

Mário

Acordeão e Voz
"O primeiro acordeonista do mundo que toca em código binário: Abre o fole; fecha o fole."

Herdou do país de Angela Merkel a capacidade organizativa e a pontualidade. Só assim se explica que se oriente entre tantas teclas para dar notas a tempo.

"Porquê fácil, quando dá difícil?"

João

Violino e Bandolim
"João, o único elemento que utiliza pautas em concerto."

É o único, na realidade, que sabe o que são aquelas bolas com bandeirinhas em cima.
Convenceram-no que o grupo era uma orquestra clássica e ele caiu que nem um patinho...

Agora, graças a várias cláusulas rebuscadas, encontra-se blindado até 2050 sem possibilidade de sair desse pesadelo chamado "Os Quatro e Meia".

Pedro

Percussão
"Pedro, o rei dos cangalhos e cacarecos."

Não existe pedaço de substância inerte que não possa tornar-se instrumento de percussão. Isto para quem ainda não o viu a fazer música com um simples caderno de espiral A4.

O seu objectivo pessoal é o de aumentar de tal forma a sua panóplia de instrumentos de percussão para que seja necessário um camião TIR de transporte.

Rui (Meia)*

Contrabaixo
"Ao lado do Rui, qualquer Violino parece um Contrabaixo."

Aprendeu a tocar contra-baixo na escola de música do Portugal dos Pequenitos e foi aí que nasceu e 'cresceu'. Desenvolveu a capacidade para segurar uma música com os seus poderosos baixos. Até porque se o assunto é baixo... é com o Rui.

* Pedimos que não se brinque com a baixa estatura do Meia, coitadinho.

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